João Lamas Agency
Há espaços que se desenham para uma estação. Há outros que se desenham para o tempo.
Entre a luz que muda, o corpo que se apoia e o material que atravessa os anos, o mobiliário é a linguagem menos evidente da arquitetura. É também a primeira que envelhece.
Ezpeleta
Oitenta e cinco anos a fazer mobiliário para o lado de fora. Não é uma questão de estilo — é uma questão de tempo.
Uma esplanada bem resolvida não depende da vista. Depende da forma como o mobiliário convida as pessoas a permanecer.
Linhas simples que atravessam o tempo. Cinco posições que acompanham o gesto de quem se senta.
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Geometria elementar. Base de quatro raios que arruma a leitura do espaço. Tampo compacto sobre tubo de alumínio — linguagem industrial nobre que se adapta a qualquer paleta.
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Aberta, é uma silhueta arquitetónica que enquadra a paisagem. Fechada, desaparece. Concebida para os momentos que ficam.
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Corpo curvo sobre estrutura visível. O gesto mínimo que sustenta a sofisticação.
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Referência clássica em linguagem contemporânea. Módulos circulares que se unem sem descontinuidade — desenham zonas de convívio como se o espaço as tivesse sempre esperado.
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Objeto neutro que se torna suporte para a comunicação de cada evento — sem competir com o orador nem com o espaço.
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O detalhe que não se vê mas se sente. Qualidade nos objetos secundários eleva a perceção do conjunto.
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A sinalética como parte do design do espaço, não como acessório. Produção nacional, materiais ecológicos.
Mais infoA conversa sobre 2027 começa agora. Visitas ao showroom por marcação.
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